a dor na menopausa

O que acontece com o corpo durante a menopausa

A menopausa é um processo natural, marcado pela queda na produção dos hormônios estrogênio e progesterona. Essa mudança afeta não apenas o ciclo menstrual, mas também a pele, o sono, o humor, a lubrificação e a saúde dos tecidos vaginais. Essas transformações podem começar na pré-menopausa (fase de transição), intensificam-se na menopausa (quando os ciclos cessam por completo) e continuam no pós-menopausa, quando os sintomas tendem a se estabilizar, mas o corpo ainda se adapta a essa nova fase.

Dor na penetração: quando o corpo muda, mas o prazer 
não precisa acabar

A dor na relação sexual é uma queixa frequente nessa fase da vida da maioria das mulheres. ​Esse quadro clínico abrange a dispareunia — ou seja, a dor durante a penetração — e pode ter diferentes intensidades e causas.​​
Na menopausa, essa dor costuma estar associada à atrofia vaginal  (redução da espessura e da elasticidade dos tecidos), ressecamento, alteração da flora vaginal e diminuição da lubrificação natural, hoje chamada como "síndrome geniturinária da menopausa". 
Essas mudanças deixam a região mais sensível e suscetível à dor, mesmo em relações que antes eram confortáveis.

dispareunia de entrada e de profundidade

muitas mulheres referem dor, sensação de ardência, como se estivessem rasgando logo no início da penetração, essa queixa na maioria das vezes impede ou dificulta a penetração, fazendo com que muitas mulheres passem a evitar a penetração a qualquer custo, e outras, realmente se vêm impedidas de permitir a penetração. na dispareunia de profundidade, geralmente a penetração ocorre, porém, o intercurso durante a penetração causa todas as queixas anteriores, e na maioria das vezes é necessário interromper o ato, pois a penetração causa dor e desconforto extremo para a mulher.
ambas as situações impactam a vida sexual de qualquer mulher, mas o mais importante é saber que existe tratamento!

Como eu atuo no tratamento da dor na menopausa

O tratamento é centrado na fisioterapia pélvica especializada, que tem como foco restaurar a vitalidade e a funcionalidade dos tecidos vulvovaginais.
A fisioterapia atua na vascularização, na mobilidade e na reeducação muscular, devolvendo elasticidade, lubrificação e conforto à região íntima. Mais do que aliviar a dor, o objetivo é reconstruir a confiança corporal e resgatar o prazer, com técnicas que respeitam o ritmo do corpo e o tempo da paciente.
Em muitos casos, o acompanhamento fisioterapêutico é associado a orientações médicas e cuidados com o estilo de vida, criando um plano de tratamento completo e duradouro.

meu método

o método que desenvolvi ao longo de vários anos de prática clínica é sustentado por dois pilares principais: reabilitação e consolidação. Ele une ciência, acolhimento e percepção corporal para restaurar o equilíbrio físico e emocional da mulher.
Mais do que aliviar sintomas, proponho uma reconstrução da relação com o próprio corpo — conduzindo à presença, ao prazer e à liberdade íntima.

conheça o método

escolha e segurança no tratamento

A menopausa é uma fase de transformação, não de interrupção da vida sexual da mulher.
sem promessas irreais e Com o tratamento adequado, é possível viver o prazer de forma plena e sem dor — em qualquer idade.

perguntas frequentes sobre menopausa
e a dor na relação sexual

é normal sentir dor na relação durante a menopausa?

eu diria que é comum, mas normal não! durante muito tempo nos fizeram acreditar que a dor fazia parte do processo. mas a dor só acontece devido a todas as alterações hormonais pelas quais passamos na fase do climatério e da menopausa. 

o laser é um procedimento caríssimo e hoje super indicado pelos ginecologistas. na verdade o laser não trata a causa, apenas o sintoma, e isso faz com que a maioria das mulheres que realizam sintam-se frustradas após alguns meses ao perceberem que gastaram uma quantia exorbitante para não terem seu problema resolvido. quem trata a causa é a fisioterapia, e o laser, se for o caso de necessidade de reestruturação tecidual, pode ser indicado como a cereja do bolo, e neste caso, às vezes, apenas 1 sessão de laser é o suficiente.

a fisioterapia irá tratar a causa! entenda: depois da atrofia instalada pela falta do estrogênio e da dor que tudo isso provocou, é preciso devolver relaxamento muscular, coordenação e propriocepção. desativar os pontos gatilho da musculatura, trabalhar a flexibilidade muscular e do tecido, melhorar o aporte sanguíneo da região e consequentemente, melhorar a lubrificação e resposta sexual.

2026 cris nobile · fisioterapia pélvica especializada

Rolar para cima