o método cris nobile

mais do que um protocolo — um tratamento construído a partir do seu corpo e da sua história

O Método Cris Nobile nasceu da prática clínica e da experiência no tratamento de mulheres com dor ou dificuldade na penetração.
Ele organiza a fisioterapia pélvica em um processo individualizado, que começa pela avaliação e se desenvolve em dois pilares: Reabilitação e Consolidação.

Vaginismo, dispareunia, dor na menopausa, endometriose e alterações após tratamentos oncológicos podem produzir sintomas parecidos, mas não têm necessariamente a mesma causa. Por isso, o Método não parte de um protocolo pronto: parte do que a avaliação encontra em cada paciente.

antes dos dois pilares: a avaliação

O primeiro passo é entender a sua dor. Na avaliação, conversamos sobre quando ela começou, onde acontece, o que provoca ou piora os sintomas e quais tratamentos já foram realizados.
A avaliação fisioterapêutica também permite investigar aspectos relacionados à função do assoalho pélvico, como tensão, capacidade de relaxamento, sensibilidade e mobilidade.
É a partir desses achados que definimos os objetivos do tratamento e quais estratégias fazem sentido para aquela paciente.

É aqui que começa o Método Cris Nobile.

Reabilitação e Consolidação

O Método Cris Nobile é organizado em dois pilares que se complementam. Na Reabilitação, trabalhamos os fatores identificados na avaliação. Na Consolidação, os ganhos conquistados são progressivamente incorporados às atividades que antes eram limitadas pela dor.

Pilar da Reabilitação

 

A Reabilitação é a etapa em que identificamos e trabalhamos os fatores funcionais relacionados à dor ou à dificuldade de penetração.

Dependendo da avaliação, podem ser trabalhados tensão e relaxamento do assoalho pélvico, mobilidade, sensibilidade, percepção corporal e dessensibilização.

O tratamento é definido a partir do que cada paciente precisa — e não de uma sequência pronta de exercícios ou técnicas.

 

Pilar da consolidação

 

A Consolidação começa à medida que os ganhos obtidos na Reabilitação passam a ser incorporados às situações que antes provocavam dor ou dificuldade.

Nessa etapa, avançamos progressivamente, observamos o que ainda precisa ser trabalhado e ampliamos a autonomia da paciente.

O objetivo é tornar os resultados do tratamento mais consistentes e funcionais na vida fora do consultório.

por que o tratamento não é igual para todas?

Duas mulheres podem sentir dor na penetração e precisar de tratamentos completamente diferentes. Uma paciente com vaginismo pode apresentar necessidades diferentes de uma mulher que começou a sentir dor na menopausa, depois de uma cirurgia de endometriose ou após um tratamento oncológico.     

Por isso, a avaliação define o que precisa ser trabalhado, como vamos começar e quando é possível avançar.

O Método acompanha a evolução da paciente — não obriga a paciente a acompanhar um protocolo.

o que pode ser trabalhado durante o tratamento

A fisioterapia pélvica para dor na penetração não significa simplesmente fortalecer o assoalho pélvico.
Dependendo do que encontramos na avaliação, o tratamento pode envolver estratégias para melhorar a capacidade de relaxamento muscular, trabalhar mobilidade e sensibilidade, aumentar a percepção e o controle do assoalho pélvico e realizar dessensibilização quando indicada.
Quando existem fatores que não pertencem à atuação da fisioterapia, o acompanhamento pode acontecer de forma integrada com ginecologistas e outros profissionais.

O objetivo é entender qual é o papel da fisioterapia naquele caso e tratar aquilo que está dentro da nossa atuação.

o que te espera durante o processo

avaliação detalhada

plano individualizado

acompanhamento da evolução

tratamento progressivo

autonomia

entender por que a dor  acontece é o primeiro passo para definir como tratá-la.

 
agendar avaliação

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